quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Fundo Amazônia tem de atender comunidades e pequenas organizações

Foi unânime o diagnóstico feito na quinta-feira passada, último dia da reunião entre sociedade civil e movimentos sociais sobre o Fundo Amazônia: os procedimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tornam impossível o acesso de pequenas organizações e comunidades aos recursos do fundo, criado em 2008 pelo governo e gerido pelo banco para captar recursos de doações e investi-los em prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, conservação e uso sustentável da biodiversidade.


Realizada em Brasília, a reunião apresentou um panorama de análises e relatos de organizações que monitoram as operações do BNDES ou negociaram projetos com o fundo. De acordo com essas organizações, a avaliação de propostas do Fundo Amazônia é semelhante àquela usada pelo banco para financiar grandes empresas. O resultado é que até agora apenas grandes ONGs e órgãos públicos, que dispõem de boa assessoria técnica, conseguiram aprovar projetos. O custo administrativo para elaborar e negociar projetos foi apontado como um dos principais obstáculos para acessar os recursos.

Visite De olho no Fundo Amazônia em: http://deolhonofundoamazonia.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Estatuto da Igualdade Racial entrou em vigor nesta quarta (20)

Depois de tramitar por quase uma década pelas duas casas legislativas do país e ter sido sancionando pelo presidente Lula, o Estatuto da Igualdade Racial passa a vigorar nesta quarta-feira, dia 20 de outubro. O Estatuto é voltado a uma parcela da população que representa, atualmente, 50,6% da sociedade. E que se encontra em situação desprivilegiada, tanto no mercado de trabalho, quanto no que diz respeito à escolarização, às condições de moradia, à qualidade de vida e saúde, de segurança e de possibilidades de ascensão social.

O ministro da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), Eloi Ferreira de Araujo, vem percorrendo o país de modo a estabelecer o diálogo com a sociedade civil organizada e autoridades governamentais sobre a importância da implementação das medidas apresentadas na nova lei; cuja a próxima fase será a de regulamentação.

Quando aprovado, o Estatuto da Igualdade Racial foi alvo de polêmicas e discussões acaloradas sobre seu conteúdo, principalmente aquele que foi retirado de seu texto. A proposta original, que tramitou por mais de dez anos no Congresso, continha itens que determinavam o estabelecimento de cotas para a população negra em universidades, partidos políticos, programas de televisão e peças publicitárias, e iniciativa privada (mediante isenção fiscal), além de propostas de criação de políticas públicas de saúde voltada para as suas especificidades. Nada disso permaneceu no texto aprovado.

Foram retirados também os pontos sobre demarcação de terras quilombolas, políticas e direitos das mulheres negras (que como sabemos, sofrem mais com as consequências do machismo que as brancas), e, pasmem, todas as palavras que faziam referências ao termo raça foram substituídas por outras, como, por exemplo, etnia. As mudanças no texto começaram na Câmara e foram aprofundadas no Senado por Demóstenes Torres (DEM-GO), relator do projeto.

Organizações e entidades que se articulam e fazem parte do movimento negro, muitas delas associadas à ABONG (veja aqui alguns posicionamentos), se manifestaram contrárias a aprovação de um Estatuto mutilado, pedindo inclusive que o presidente Lula não sancione a lei. Do outro lado, ativistas ligados(as) à Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial saudaram o Estatuto como uma conquista na luta por direitos e igualdade de negras e negros. Houve ainda quem criticasse o Estatuto por considerar que o texto, mesmo desconfigurado, é perigoso, pois estabelece a divisão da sociedade brasileira entre brancas(os) e negras(os). Esse tipo de argumentação, elaborada pelos setores mais conservadores, insiste em ignorar todo um histórico de racismo e opressão, defendendo a pretensa existência de uma democracia racial no país.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Org AÇÃO CAPTA RECURSO PARA CAPACITAR JOVENS

Esta entidade foi contemplada com aprovação do projeto "Recicle Bem" através do Edital de apoio a Microprojetos Mais Cultura para Amazônia Legal do Ministério da Cultura, através da Fundação Nacional de Artes - FUNART no valor de R$ 17.664,00 (dezesete mil, seissentos e sessenta e quatro reais). Tem o objetivo de capacitar 60 Jovens de 17 a 29 anos do Município de Rondon do Pará, em reciclagem de papel através de oficinas com tutores especializados.
Assim que o Convênio for assinado abriremos as inscrições para formação dos interessados.
(Fonte: Diretoria Geral)

Dia Mundial da Alimentação

Em todo o mundo, de acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de 1 bilhão de pessoas vivem em situação de insegurança alimentar. Isso significa que elas não têm acesso à alimentação saudável, de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente. No Dia Mundial da Alimentação, celebrado todo dia 16 de outubro, mais de 180 países organizam atividades e se mobilizam a fim de reduzir a fome.
O Governo Brasileiro tem feito sua parte, através do bolsa família tem tirado alguns milhares de cidadãos da extrema miséria. Precisamos melhorar mais e continuaremos a fazer nos próximos quatro anos se Deus quiser.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL - FINAL DO MÓDULO I

Grupo que representa os oito municípios participantes do Curso, são trinta pessoas no total.