domingo, 17 de março de 2013

FAZENDEIROS RONDONENSE NA LISTA NEGRA DO MTE

                                 Infelizmente ainda existe em nosso município empregadores que tenham  submetido trabalhadores   a condições  análogas a de escravo, segundo o cadastro do Ministério do Trabalho e Emprego conforme portaria interministerial nº 02 de 12 de maio de 2011.  
Lista completa dos autuados em todo o Brasil disponível no site: 
http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C812D3D63BE8D013D6F82F7995BAC/CADASTRO%20DE%20EMPREGADORES%20ATUALIZA%C3%87%C3%83O%20Extraordin%C3%A1ria%2015.03.2013.pdf
                                Precisamos criar mecanismo de restrição local para esses maus empregadores, além de  buscarmos assistência aos trabalhadores resgatados. Esta entidade está de olho e pronta para prestar todo amparo jurídico as vitimas. 
Segue lista dos empregadores rondonenses:


UF

EMPREGADOR

CNPJ/CPF/CEI

ESTABELECIMENTO

OPER./ANO
MÊS/ANO DE
INCLUSÃ NO
CADASTRO
PA
Ronaldo Garcia Pereira
427.359.632-68
Carvoaria Nova - zona rural, Rondon do Pará/PA.
056/2004
Dez/10
PA
Carvoaria Chapadão
11.007.755/0001-34
Rod. BR 222, Estrada da Fazenda Lacy, s/n, 42 km adentro, zona rural, Rondon do Pará/PA.
011/2010
Dez/10
PA
Carvoaria Santa Lucia Ltda-ME
09.606.470/0001-78
Estrada Vicinal da Santa Lucia, km 100, zona rural, Rondon do Pará/PA.
108/2008
Dez/10

PA

Clauber Almeida Lima

243.485.702-72
Fazenda Santa Maria (Carvoaria) - Rod. BR 222, Vila km 56, sentido Dom Eliseu a Rondon do Pará, à direita mais 18 km, Rondon do Pará/PA.

017/2008

Dez/11
PA
Eujácio Ferreira de Almeida
479.534.627-53
Fazenda Fé em Deus - zona rural, Rondon do Pará/PA.
065/2008
Dez/10
PA
Landualdo Silva Santos
375.838.832-53
Rod. BR 222, Vicinal Mutin, km 90, Rondon do Pará/PA.
108/2008
Dez/10

PA

Marcos Nogueira Dias

066.315.332-87
Fazenda Pau Terra - Rod. BR 222, km 32, sentido Dom Eliseu a Rondon do Pará, à direita 8 km, Vicinal do Bananal, zona rural de Rondon do Pará/PA.

017/2008

Dez/12

sábado, 9 de março de 2013

Carta Aberta da CNBB sobre o Marco Regulatório da Mineração


O Conselho Permanente da CNBB aprovou e divulgou na tarde desta quinta-feira, 7 de março, uma Carta Aberta à população brasileira para fazer sérias denúncias a respeito do modo como está sendo encaminhado o processo de elaboração do novo Marco Regulatório da Mineração no país.
                                             CARTA ABERTA
A necessidade de reformular a atual lei que regulamenta a mineração no nosso país levou o governo a elaborar o novo Marco Regulatório da Mineração que, brevemente, deverá ser enviado para aprovação do Congresso Nacional. Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reconhecendo a importância da atividade mineradora e a sua regulamentação, julgamos oportuno trazer a público nossas preocupações com relação à nova lei que está sendo proposta.
Devido à amplitude da lei, consideramos de fundamental importância que se promova um amplo debate com a sociedade e as populações a serem impactadas pelas atividades mineradoras. A ausência do debate público, percebido até o momento, impede a população de conhecer e opinar sobre assunto de grande relevância social e ambiental, que tem efeitos diretos em sua vida.
Vivemos numa crescente demanda por apropriação dos bens naturais em nível global, transformando-os em mercadoria e assumindo-os como uma oportunidade de negócios. O governo, por sua vez, vê na extração mineral um dos pilares para sustentar o modelo de desenvolvimento econômico em curso no país, baseado no sistema de commodities.
 O aumento de preços dos minérios desperta o interesse tanto do governo quanto das mineradoras, tornando-se, assim, motivação maior para o novo Marco Regulatório da Mineração. Reconhecido seu interesse público, a nova lei, acima de tudo, prioriza o aspecto econômico da extração mineral, em detrimento dos aspectos sociais, ambientais, espirituais e culturais dos territórios e de suas populações.

Preocupa-nos a proposta, no novo Marco Regulatório, da criação das áreas de relevante interesse mineral e das regiões de interesses estratégicos. Nestas áreas a mineração seria feita a partir de procedimentos especiais que podem ferir o bem comum, além de provocar uma inversão de prioridade entre os direitos individuais e coletivos e o interesse econômico, público e privado.

A exploração mineral é uma atividade que provoca impactos em povos, comunidades e territórios, gerando conflitos em toda sua cadeia: remoções forçadas de famílias e comunidades; poluição das nascentes, dos rios e do ar; degradação das condições de saúde; desmatamento; acidentes de trabalho; falsas promessas de prosperidade; concentração privada da riqueza e distribuição pública dos impactos; criminalização dos movimentos sociais; descaracterização e desagregação sociocultural.

Esclareça-se que “a programação do desenvolvimento econômico deve considerar atentamente a necessidade de respeitar a integridade e os ritmos da natureza, já que os recursos naturais são limitados e alguns não são renováveis” (João Paulo II, A solicitude social n. 26).  “Toda utilização da natureza, todo o progresso ou desenvolvimento econômico feito às custas de sua destruição está marcado pela loucura que gera morte” (Nota da CNBB ‘Ouvir o eco da vida’ – 1992).

A mineração em terras indígenas é outra grave preocupação suscitada pelo Projeto de Lei 1.610/96, tramitando no Congresso sem nenhuma interação com o Estatuto dos Povos Indígenas, que espera aprovação desde 1991. O Projeto de Lei 1.610/96 desrespeita totalmente a autonomia dos povos indígenas sobre seus territórios, assegurada pela Constituição Federal e pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, da qual o Brasil é signatário. As mesmas ameaças recaem sobre comunidades quilombolas, populações tradicionais, pequenos agricultores e áreas de proteção ambiental.

O desenvolvimento não justifica tudo e não é verdadeiro quando reduzido “a um simples crescimento econômico”. Para ser autêntico, recorda-nos o Papa Paulo VI, “o desenvolvimento deve ser integral, quer dizer, promover todos os homens e o homem todo” (Populorum Progressio, n. 14), buscando o equilíbrio e a integração de toda a criação.

Diante disso, solicitamos aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário que:
a)    seja instituída uma etapa prévia de debates na sociedade civil sobre o conteúdo da nova Lei da Mineração, anterior à sua apreciação pelo Congresso Nacional;
b)    a reforma da lei geral da Mineração considere em primeiro lugar os interesses das comunidades ocupantes dos territórios passiveis de atividade mineral;
c)    a discussão do Projeto de Lei 1.610/96 sobre mineração em terras indígenas seja vinculada à aprovação prévia do Estatuto dos Povos Indígenas.
Conclamamos as pastorais, os movimentos sociais, as entidades de defesa dos direitos humanos, econômicos, sociais, culturais e ambientais, bem como todas as pessoas de boa vontade a se unirem numa plataforma comum de debate sobre os impactos da mineração. Insistimos que acompanhem as comunidades atingidas, assegurando que toda atividade mineradora e industrial tenha como parâmetro o bem estar da pessoa humana, a superação dos impactos negativos sobre a vida em todas as suas formas e a preservação do planeta, com respeito ao meio ambiente, à biodiversidade e ao uso responsável dos bens naturais.
Deus, que nos fez cuidadores da terra e de toda a criação (cf Gênesis 1,28), nos torne zelosos cumpridores desse dever.
Brasília-DF, 07 de março de 2013
  
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exerício

Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa - PR
Vice-Presidente da CNBB em exercício   

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB


sábado, 23 de fevereiro de 2013

Membros da ADECDHD se especializam

                 Neste sábado (23-02) dois membros da Oscip AÇÃO E DEFESA DA CIDADANIA, DIREITOS HUMANOS E DIFUSOS - ADECDHD, fizeram apresentação de Artigo Cientifico para conclusão do curso de especialização em Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, são eles: Itamar Silva - Diretor Geral da entidade e Ronaldo Santos, que também atua como professor da rede pública municipal.
                          Foram apresentados oito artigos de excelente qualidade e temas de interesse relevantes para nosso município. Itamar apresentou artigo sobre o Plano Local de Habitação de Interesse Social, o Ronaldo falou sobre Consórcios Públicos, Deise Lago sobre Resíduo Sólido Hospitalar, além de temas como Plano de Manejo Sustentável na Amazônia, Educação Ambiental na Rotina Escolar e outros diversos, todos com 100 % de aproveitamento.    
 Profº. Ronaldo Santos
 Itamar Silva
 Equipe de apresentadores e banca examinadora
  Equipe de apresentadores e banca examinadora
Itamar Silva

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados pretende regularizar a profissão do vaqueiro. A proposta, de autoria do parlamentar maranhense Carlos Brandão (PSDB), delimita aos trabalhadores a incumbência de conduzir os animais e dar proteção contra atos de violência ao longo dos trajetos, bem como garantir alimentação ao rebanho. Aos empregadores, caberá contratar seguro de vida e de acidente. O profissional também terá direito à aposentadoria após 30 anos de contribuição, para homens, e 25 anos, se for mulher. “A regulamentação da profissão de vaqueiro irá beneficiar milhares de trabalhadores que contribuem com o seu trabalho não só para o adequado funcionamento das atividades pecuárias, mas também, principalmente, para a manutenção das tradições culturais do sertão brasileiro. Ao realizar suas atividades, o vaqueiro mantém a cultura do vestuário, da gastronomia, da caracterização da região e da literatura cantada”, defende o deputado no texto. O projeto terá análise conclusiva das comissões de Seguridade Social e Família; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Site BahiaNoticia

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Ação da SECMA

Plantio de mudas na Praça da Bandeira em Rondon do Pará, ação realizada no dia da Árvore (21/09/2012)   pela Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente-SECMA em conjunto com os CORREIOS com o apoio de algumas Marcenarias do município. Na oportunidade foram plantadas 5 mudas na Praça da Bandeira e 6 mudas na Praça das Oliveiras no Bairro Jaderlândia.
Mudas de Ipê Amarelo